Neste momento falta, para concluir este projecto, apresentar o produto desenvolvido ao longo de todo o semestre.
Agradecemos, desde já, a todos os que de forma directa ou indirecta contribuiram para o desenvolvimento do “largo novo”.
Neste momento falta, para concluir este projecto, apresentar o produto desenvolvido ao longo de todo o semestre.
Agradecemos, desde já, a todos os que de forma directa ou indirecta contribuiram para o desenvolvimento do “largo novo”.
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Relativamente a esta avaliação, os principais pontos fracos referidos pelos professores durante a apresentação dizem respeito à disposição dos botões do menu superior nas páginas que lhe correspondem e à imagem gráfica do blog. Na verdade, tendo sido o blog implementado com recurso a opensource, a sua imagem gráfica apresentava-se completamente diferente da do nosso site. Assim sendo, a estruturação dos seus conteúdos não consititui uma réplica da estrutura do restante site.
Por outro lado, também a funcionalidade de mais e menos foi abordada, referindo que todo os componentes visuais deveriam aumentar e diminuir simultaneamente com o texto dos conteúdos, mas também que os seus ícones representativos poderiam estar mais explícitos, tendo em conta o público-alvo.
Por fim, foi referido o desenquadramento quanto ao público-alvo do jogo disponível no site, apesar do seu objectivo estar correcto (ajudar a desenvolver capacidades na coordenação rato-ecrã).
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Tendo em conta a apresentação de amanhã, vimos agora apresentar um resumo de tudo o que foi implementado nesta fase.
Tal como representado no mapa de navegação, o grupo:
Conta de utilizadores para o site e para o blog(de preferência, visualizar o site em Mozilla Firefox):
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Tal como já referido nos posts anteriores, o grupo realizou os testes a que se propôs, isto é, os testes de usabilidade, utilizando um grupo de estudo de duas instituições de Aveiro; o de funcionalidade e de compatibilidade, realizados pelo grupo, ao longo de toda implementação deste módulo; o de conteúdos, elaborado por um elemento de turma, externo ao projecto; e, por fim, o de design, realizado por uma colega de turma, externa ao projecto, mas com formação e conhecimentos nesta área.
Para estes testes apresentamos, de seguida, as tabelas utilizadas para a recolha de dados, bem como a entrevista feita no âmbito do teste de usabilidade: grelhas de observações
Tendo como ponto de partida as tabelas anteriormente referidas, o grupo construiu documentos para análise dos resultados, que deram origem a gráficos e tabelas representativos das conclusões de todos os testes.
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Da mesma forma que descrito no post anterior para a instituição de Vera Cruz, esta foi, também, a última sessão em Vilar.
Tal como na visita ao centro de dia de Vera Cruz, o grupo iniciou os testes por volta das 15h, de forma a testar as mesmas funcionalidades que na anterior e seguindo a mesma estratégia.
Contrariamente aos membros da instituição de Vera Cruz, estes conseguiram adquirir os conceitos passados inicialmente quanto à lógica do blog, tendo compreendido que o blog lhes permite comunicar e laçar temas de discussão.
Desta forma, demos então por conluídos os testes nesta instituição por volta das 16h. Tendo em conta que esta seria a última visita, o grupo optou por se despedir de todo o grupo de idosos presente na instituição,tirarndo algumas fotografias de grupo com os participantes, como forma de agradecimento de toda a ajuda e disponibilidade demonstrada.
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Tal como previsto pelo grupo, esta foi então a última visita a esta instituição, na qualidade de avaliadores, que, de acordo com o calendário inicial, serviria para testar o blog implementado até então.
Como já referido pelo grupo, o serviço testado tinha apresentado alguns problemas ao nível das formatações e idioma, no entanto, esses problemas foram superados na sua quase totalidade. O grupo conseguiu alterar as centenas de linhas do ficheiro .txt que servia de base para a linguagem/idioma utilizado pelo blog, traduzindo-o manualmente para português, visto que esta tradução ainda não existia.
Relativamente às estratégias de protecção utilizadas na fonte open source, para além de seguir as instruções dadas pelo mesmo para a sua implementação, o grupo teve que alterar, na maior parte das páginas disponíveis, parâmetros do código que não se aplicavam ao nosso caso ou, ainda, que não estavam adequados ao mesmo, como por exemplo, o caminho para o servidor ou pastas do mesmo.
Apesar de ter exigido um template e uma formatação de página própria, o blog open source foi inserido numa página da nossa aplicação, criada para o efeito. Na verdade, a largura da página teve de ser aumentada para mais 50% da largura inicial devido ao tamanho da página a inserir na aplicação, evitando, assim, o surgir de um scroll horizontal, que dificultaria a leitura e navegação dentro do blog, principalmente para os idosos.
Apesar de todas as dificuldades encontradas, o blog encontra-se, neste momento, a funcionar, apesar de haver ainda algumas arestas a limar, como a construção de algumas frases, mas essencialmente, o aspecto gráfico do blog que foi completamente alterado, de forma a se aproximar o mais possível do resto da nossa aplicação.
Voltando, então, à visita ao centro de dia de Vera Cruz, o grupo iniciou os testes por volta das 15h, devido a alguns atrasos na preparação da sala de teste. Desta vez, optamos por testar dois idosos em simultâneo e lado a lado. Esta escolha teve por base o número de idosos a testar que, neste caso, seriam apenas 4, mas também devido à duração do teste, bastante mais curta que no anterior, pois apenas foram testadas a visualização e navegação no blog e o adicionar de comentários a um post já criado anteriormente por nós.
A lógica do teste foi, desta forma, alterada, passando a ser realizada da seguinte forma:
tal como nas outras sessões, foram utilizados dois portáteis, com ligação à Internet e VPN da UA, mas desta vez os portáteis foram colocados lado a lado numa mesma mesa, com três cadeiras. Foram chamados dois idosos de cada vez, colocando cada um deles na cadeira frente a um dos portáteis, ficando na cadeira do meio um elemento do grupo que passaria, então, a explicar o decorrer do teste.
Os restantes três elementos distribuiram entre si as restantes tarefas: um estava responsável pela câmara de vídeo que registava o decorrer dos testes, e os outros dois estariam a registar a prestação e os resultados obtidos durante o teste e a entrevista que se seguiu. Esta entrevista foi constituída por uma única pergunta aberta, que consistia na definição do conceito de blog pelos idosos, percebendo, assim, se estes tinham adquirido os conhecimentos básicos necessários para o utilizar.
O teste dividiu-se, por isso, em três fases:
- explicação dos conceitos básicos e noção de blog, utilizando metáforas da vida real;
- iniciação do teste propriamente dito, em que foram propostas tarefas aos idosos, em simultâneo ou sequencialmente. Isto significa que, aproveitando o facto de dois idosos completarem o teste em simultâneo, o adicionar de comentários foi feito sequencialmente pelos idosos, de forma a estes perceberem que o comentário do colega tinha sido automaticamente resgistado na página e estaria visível para qualquer pessoa;
- por fim, colocamos então a questão final sobre o conceito de blog.
Na maioria dos casos e apesar de não totalmente,este conceito foi adquirido, tendo o grupo conseguido passar a ideia de que o blog lhes permite comunicar entre eles, laçando temas de discussão e respondendo a outros.
Desta forma, demos então por conluídos os testes nesta instituição por volta das 16h. Tendo em conta que esta seria a última visita, o grupo optou por se despedir de todo o grupo de idosos presente na instituição, que nos tinham acolhido durante estes três dias de visita, descrevendo novamente o conceito geral do nosso projecto, a ajuda que nos prestaram e as aprendizagens que adquirimos através destes contactos.
Por fim, o grupo decidiu tirar algumas fotografias de grupo com os participantes e com os presentes, como forma de agradecimento de toda a ajuda e disponibilidade demonstrada.
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Os testes realizados em torno da área da Informação contribuiram para verificarmos erros que deviam ser corrigidos, o que faltava ainda implementar para enriquecer mais esta área, e também para percebermos que os idosos, apesar das fragilidades, têm desejo de interagir com as tecnologias e por isso conseguem com acompanhamento e com um processo de aprendizagem resolver os testes e perceber a lógica do nosso projecto.
A área de informação foi testada com sucesso, estando a ser criada uma tabela para registar os resultados obtidos.
Neste momento o grupo conseguiu implementar o blog em open source no projecto, contudo deparou-se com problemas , nomeadamente:
De momento, a solução encontrada para o problema do idioma, apesar de arcaíca, será alterar o txt do idioma de inglês para frases em português.
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Hoje, o grupo deslocou-se de novo à instituição de Vera Cruz, por volta das 14h30, de forma a efectuar a primeira fase de teste à nossa aplicação.
Tal como referido no post anterior, apenas testamos a área de informação, nesta fase.
Chegados à instituição, contabilizamos os elementos presentes que já tinham trabalhado conosco na primeira visita e, depois de prepada a sala de teste, onde o grupo se dividiu em dois, utilizando dois portáteis com ligação à Internet e VPN da UA, inciamos então esta sessão. A estratégia utilizada nesta instituição foi exactamente a mesma que na anterior, de forma a conseguir um máximo de consisência nos resultados dos testes.
Os testes foram realizados a 4 pessoas, entre os 78 e os 82 anos, sendo que apenas um deles era do sexo masculino. Neste grupo de trabalho, verificamos uma maior dificuldade de adaptação às novas tecnologias e uma grande dificuldade de compreensão das mesmas, no que diz respeito aos seus conceitos básicos de utilização mas também no que se refere aos seus objectivos e funções. Assim sendo, o grupo decidiu fazer, antes de cada teste, uma breve introdução aos conceitos da Internet, Menus de navegação e sistema de pesquisa.
Depois de introduzidos estes conceitos, demos início aos testes propriamente ditos, durante os quais tivemos de intervir inúmeras vezes, ajudando os elementos testados a utilizar o rato do computador, mas também a procurar na interface botões, caixas de texto e menus de navegação. Na verdade, o grupo verificou que nenhum dos elementos testados conseguiu realizar o teste sem ajudas, no entanto, consideramos que isto se verifica apenas pela falta de contacto com as tecnologias e que, depois de um processo de aprendizagem, qualquer um destes idosos estaria preparado para utilizar a aplicação, facto que verificamos no decorrer dos testes, tendo em conta que, no final dos mesmos, os idosos ja tinham ganho alguma autonomia e já conseguiam perceber, de um modo geral, a lógica desta aplicação.
Tudo isto foi registado na grelha de obervações para este tipo de teste à medida que o mesmo ia sendo realizado, sendo que todos os testes desta fase foram terminados por volta das 16h20.
Tal como na outra instituição, foram tiradas fotografias aos participantes, de forma a colocar as mesmas nos perfis on-line de cada um deles. No entanto, nesta instituição, o registo dos utilizadores foi efectuado no início de cada teste.
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Hoje, o grupo deslocou-se de novo à instituição de Vilar, por volta das 14h, de forma a efectuar a primeira fase de teste à nossa aplicação.
Nesta fase, seria apenas testada a área de informação relativamente à sua usabilidade. No entanto, o grupo aproveitou esta oportunidade para rever alguns problemas de funcionalidade que poderiam surgir durante os testes.
Quando chegamos à instituição, já tinha sido preparada uma área com mesas e cadeiras para o efeito. Assim sendo e de acordo com o previsto, o grupo dividiu-se em dois, utilizando dois portáteis com ligação à Internet e VPN da UA.
Os idosos foram chamados dois a dois, um para cada portátil, para não serem influenciados pela intervenção ou participação indesejada de outros elementos externos. Os mesmos foram colocados em mesas separadas e de costas voltadas, sendo acompanhados por um elemento do grupo responsável pelo registo vídeo e de erros de funcionalidade e, por outro, que lhe daria as indicações para realizar as tarefas definidas, bem como para realizar a entrevista final.
Devido à ausência de dois dos séniores previstos, os testes foram realizados a 5 pessoas, entre os 76 e os 93 anos, sendo que apenas um deles era do sexo masculino, e que, num âmbito geral, corresponderam positivamente às nossas expectativas, realizando todas as tarefas propostas, se bem que com a ajuda do grupo avaliador, mais ou menos sentida de acordo com as capacidades e conhecimentos de cada idoso.
Tudo isto foi registado na grelha de obervações para este tipo de teste à medida que o mesmo ia sendo realizado, sendo que todos os testes desta fase foram terminados por volta das 16h30.
A partir desta sessão, efectuamos o registo no nosso site de todos os elementos que participaram no teste e acertamos erros ou pormenores verificados ao longo do mesmo. Foram, igualmente, tiradas fotografias aos participantes, de forma a colocar as mesmas nos perfis on-line de cada um deles.
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Quando chegamos a esta instituição deparamo-nos com um grande grupo de interessados em participar nesta experiência, não nos sendo possível isolar um número menor. Desta forma, iniciamos a conversa com todos os elementos presentes na sala de convívio, seguindo a mesma estratégia que na outra instituição. Para a primeira sessão nesta insituição, foi utilizada a mesma escala de tarefas da sessão de Vilar.
Terminada a conversa de âmbito geral, iniciamos o contacto com os computadores com um grupo de 9 pessoas. Ao contrário do grupo de Vilar, que já tinha contacto prévio com as tecnologias, o grupo de Vera Cruz nunca tinha interagido com um computador e com serviços da Internet, o que dificultou e tornou mais demorada esta etapa.
Desta forma, o grupo separou-se, utilizando os dois portáteis levados para o efeito e um computador da instituição. O elemento de sobra estaria a prestar apoio a um dos outros e, também ficaria responsável pela captação de algumas fotografias a integrar no vídeo de entrada e, também, para entregar como recordação e agradecimento à instituição. Cada elemento do grupo a trabalhar nos computadores estaria responsável por 3 idosos.
Apesar das dificuldades deste grupo, seguimos o plano estabelecido e realizamos as tarefas de escrita no Word e pesquisa de imagens no Google, importando-as depois para o Word. Alguns elementos deste grupo tiveram, igualmente, contacto com a web cam integrada num dos portáteis utilizados para a experiência.
Com este grupo, a sessão foi muito mais agitada devido à ansiedade que os idosos tinham em experimentar mexer com o computador, mas mais uma vez apercebemo-nos que existe bastante interesse dos mesmos pelas novas tecnologias e por perceber como tudo funciona.
As dificuldades encontradas nesta instituição foram idênticas às que surgiram em Vilar, com a particularidade de, por vezes, os idosos perderem a concentração no que estavam a fazer devido a factores externos, como por exemplo, o barulho da sala. De facto, este grupo não se mostrou tão receptivo, visto que apresentavam menos conhecimentos na àrea, levando a um maior e mais rápido cansaço e distracção.
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